1. MIXTAPE EM PROCESSO CRIATIVO
Recebi ontem a mensagem de uma fã, que me trouxe a confirmação de que sem o diálogo aberto é realmente difícil entendermos o que alguém pensa, espera e quer do outro. Falava sobre como alguns fãs enxergavam nosso distanciamento (meu e da Hel) da internet no geral e dos palcos. Fiquei realmente surpresa por saber que não consegui ser compreendida a partir de frases soltas no twitter e/ou facebook e, por esse motivo, resolvi escrever esse texto para que outros fãs, como ela, entendam o momento no qual a Mixtape se encontra hoje.
Desde a saída da Rê, a Mixtape passou por diversas reestruturações. Éramos um trio com características sonoras e estruturais de uma banda comum. Passamos a ser um duo e queríamos ser capazes de apresentar ao público dois formatos de show: o completo (com banda de apoio, mais custoso e portanto, perfeito para eventos maiores) e o compacto (como duo, em formato de Live PA).
 A criação de arranjos para nossas músicas era feita em estúdio de ensaio, quando nos reuníamos para – ao invés de ensaiar – ter idéias para determinada faixa. Normalmente, em um ensaio de uma hora, arranjávamos a base toda da música, afinal, sempre tínhamos como base a bateria (criada pela Rê), o baixo (criado pela Hel) e os riffs de synth e a base de guitarra (criada por mim). Me viro na bateria, ao menos para produção de arranjos, no entanto não enxergávamos sentido em seguir produzindo nosso material em formato de banda, mesmo porque há tempos já vínhamos conversando internamente (entre nós três) sobre a possibilidade de inserir mais eletrônico em nossas faixas, sem perder a essência rock que existia nele. Mais eletrônico também significava trabalhar muito mais na pesquisa de timbres, o que é normalmente muito mais rápido e fácil quando as músicas são repletas de guitarras. Sendo assim, partimos em busca de alternativas para fazer a pré-produção de nosso disco. Até então eu gravava minhas composições em um mini gravador digital, da seguinte forma: REC, gravando, gravado! Levava pras meninas e o trabalho era feito ao vivo, em pouco tempo.
A partir dali, percebemos que precisávamos aprender a gravar instrumento por instrumento, buscar efeitos e idéias, encontrar timbres interessantes e preparar loops de bateria em um programa de gravação. A Hel foi fazer um curso de produção musical com duração de 6 meses e começamos a fazer nossas pré-produções com um programa que ainda não parecia ser bom o suficiente para fazer o que gostaríamos. Entre trancos e barrancos, em meio ao aprendizado, fizemos as pré produções de Rocker, Tarja Preta e Te Quero Só Pra Mim, que mais tarde seria transformada em ‘A Star or a Satellite’. Mais 6 meses se passaram, e durante esse tempo aprendemos muito sobre equipamentos, programas e produções. Foi uma fase de MUITA pesquisa, afinal além das produções, estávamos preocupadas em como executar nosso show ao vivo, como duo. Eu sempre fui muito matuta com tecnologia musical. Tenho preguiça dela! Então via todo aquele equipamento e dizia pra Hel: “ai, meu Deus! Isso mesmo, domina bem essas coisas porque eu não quero nem precisar parar pra pensar em programar todos esses botões!”. Mas a verdade é que até mesmo eu aos poucos sucumbi a ela, rs. Então, no início do ano, estávamos completamente absortas na produção do show que serviria como teste pro que gostaríamos de apresentar ao público a partir dali.
Entre as pré-produções, a gravação do disco e ensaio pro nosso show, passaram-se 4 meses, ao fim dos quais, ensaiávamos de 2 a 4 horas por dia. Em junho fizemos então um show na Outs, em São Paulo, levando o novo formato compacto da Mixtape. Percebemos alguns problemas que precisariam ser superados para que levássemos o formato em frente: o principal deles era o de que as casas de rock no geral não possuem equipamento com qualidade para bases/loops eletrônicos. Sem ‘sub’, que dá os graves e o famoso ‘soco no peito’ do público, não existe impacto, apenas um sentimento de que ‘está faltando alguma coisa’. Passamos mais um mês inteiro quebrando a cabeça sobre o que e como fazer.
Nessa mesma época, estávamos em busca de nós mesmas. Queríamos descobrir quem realmente éramos, o que realmente queríamos e o que queríamos e deveríamos fazer com a Mixtape, como principal projeto em nossas vidas.
Lançamos Eu Uso, lançamos Rocker e Tarja Preta e o mercado musical nos dizia que estava muito bom, mas faltava alguma coisa! Por vezes, chorei desesperada por não saber mais o que fazer! A Mixtape era parte de mim, minhas músicas eram parte de mim e, felizmente ou não, era tudo o que eu podia oferecer ao público e ao mercado.  Letras mais simples? Eu não queria simplicidade! Eu queria a verdade. Queria ser entendida por aqueles que eram como eu. Não queria mudar para me adaptar ao mercado. Como as últimas faixas já traziam algumas partes em inglês que eram as ‘partes xodó’ da crítica, resolvemos que lançaríamos algumas faixas em inglês, afinal isso sim era algo que gostávamos em comum e que fazia parte de mim, como compositora. Voltei a compor muito, fazia de uma a duas novas músicas violão/voz por dia e as composições simplesmente fluíam. 90% do que escuto é internacional, então minhas influências internacionais para composição, arranjos e interpretação são, da mesma forma, muito fortes e evidentes. A Hel escolhia 2 de 5 músicas que mais gostava, e eu escolhia 1 de 2.
Durante a gravação do primeiro disco, percebi a necessidade de trabalhar fonética e emissão, pra melhorar algumas questões técnicas vocais que já dificultaram a gravação do nosso primeiro trabalho. Estudei, algumas questões melhoraram, outras novas apareceram e frequentemente me via abalada pela dificuldade de fazer um trabalho perfeito de gravação vocal em estúdio, mesmo porque, algumas daquelas questões eram incompreendidas por mim, visto que havia crescido cantando daquela forma, sendo influenciada por cantoras internacionais que faziam exatamente o que me diziam para não fazer, por não soar bem no português. No dia em que entrei em estúdio pra gravar ‘Te Quero Só Pra Mim’, há mais ou menos 5 meses, eu estava decidida a dar meu melhor e não ligar pra questões técnicas em prol da interpretação. Quando esbarrei e fui cobrada pelas primeiras questões técnicas, saí da sala e não pude conter as lágrimas. Eu sabia que não poderia seguir gravando naquele dia. Disse que se aquilo não era bom o suficiente, então eu sentia muito, mas que era tudo o que eu tinha pra dar. Eu era aquilo! Imperfeito como era. Não dava mais.
Resolvemos então fazer uma versão da faixa em inglês, só pra ver no que daria. Fiz e a levei pra estúdio. Finalmente um sorriso! Em inglês tudo se encaixava, em inglês minhas falhas técnicas se tornavam virtude e finalmente entendíamos que assim poderíamos ser quem éramos! Em inglês, não tínhamos medo de ousar, afinal, internacionalmente, a criatividade é estimulada e não tolhida. Em inglês, quanto mais original, melhor! Em inglês, o público do pop que é aquele que ainda não atingíamos mas que gostaríamos de abranger, também era nosso. Em inglês simplesmente existíamos e isso parecia ser o bastante! Éramos livres! Que alívio!!! Tantos meses pra entender quem éramos e o que queríamos! Do ápice do desespero ao completo entendimento, ali estávamos, prontas pra trabalhar no que agora parecia evidente e essencial pra gente.
A partir dali, ainda esbarramos em algumas questões técnicas relacionadas a programas de gravação, mas encontramos a melhor opção e hoje tudo já é muito mais fácil, por mais que estejamos ainda em fase de aprendizado. Decidimos gravar um cover/mash up em inglês  (Just Can’t Get Enough, Depeche Mode x Music, Madonna) antes mesmo de lançar ‘A Star or a Satellite’ -  nossa primeira faixa do segundo disco em inglês - conversamos com algumas pessoas e entendemos o que precisávamos adaptar em nossos shows pra que pudéssemos voltar aos palcos como duo! Passamos a produzir novas faixas e agora já temos uma prévia do show que vem pro aí prontinha! Estamos em fase de ensaios.
A produção de música com mais elementos eletrônicos dá muito mais trabalho no sentido de que às vezes passamos um dia inteiro só pra escolher timbres e programar arpejadores. Outro dia todo em busca de efeitos perfeitos e ideias criativas. Dividimos o tempo da produção das faixas pro show com a pré-produção e gravação de nosso disco e pronto, nos vemos quase loucas em meio a tanto áudio! Normalmente revezamos o trabalho de produção, mas estamos em cima de todo o processo das 9hrs da manhã até as 20hrs, no mínimo. Só Deus sabe o quanto estamos ansiosas por ver o trabalho que vem amadurecendo há quase 2 anos ser lançado. Para amenizar a espera, lançamos alguns singles e mesmo o webclipe de Just Can’t Get Enough x Music, mas sabemos que nada substitui o lançamento de todo o trabalho completo e de um show coeso e que seja entendido pelo público.
Sim, desaparecemos um pouco da internet e nosso contato direto com o público realmente não é hoje tão intenso quanto foi durante o ano que se seguiu ao lançamento de “O Tormento do Tempo”, mas isso aconteceu simplesmente porque a fase da Mixtape, nesse momento, é realmente mais instrospectiva, no sentido de que a criação exige muito de nós. Grande parte dos fãs que temos hoje, conheceu a Mixtape quando já havíamos lançado  “O Tormento do Tempo”, então não teve contato com o período de reclusão que passamos antes do lançamento do disco e do show de lançamento. Gostaríamos de ter lançado nosso segundo disco no  início desse ano, mas por conta de tantas mudanças e readaptações, resolvemos atrasar a produção pra que pudéssemos fazê-lo com identidade, coesão e segurança. Agora temos um pouco mais da metade do disco pronto e a previsão de lançamento é para o primeiro semestre de 2012. A partir daí, saímos da “casca” e aí sim, compreenderão por completo porque deixamos que sentissem nossa falta nos meios virtuais durante esses dias que parecem eternos…
Love you, babes!
 

    MIXTAPE EM PROCESSO CRIATIVO

    Recebi ontem a mensagem de uma fã, que me trouxe a confirmação de que sem o diálogo aberto é realmente difícil entendermos o que alguém pensa, espera e quer do outro. Falava sobre como alguns fãs enxergavam nosso distanciamento (meu e da Hel) da internet no geral e dos palcos. Fiquei realmente surpresa por saber que não consegui ser compreendida a partir de frases soltas no twitter e/ou facebook e, por esse motivo, resolvi escrever esse texto para que outros fãs, como ela, entendam o momento no qual a Mixtape se encontra hoje.

    Desde a saída da Rê, a Mixtape passou por diversas reestruturações. Éramos um trio com características sonoras e estruturais de uma banda comum. Passamos a ser um duo e queríamos ser capazes de apresentar ao público dois formatos de show: o completo (com banda de apoio, mais custoso e portanto, perfeito para eventos maiores) e o compacto (como duo, em formato de Live PA).

     A criação de arranjos para nossas músicas era feita em estúdio de ensaio, quando nos reuníamos para – ao invés de ensaiar – ter idéias para determinada faixa. Normalmente, em um ensaio de uma hora, arranjávamos a base toda da música, afinal, sempre tínhamos como base a bateria (criada pela Rê), o baixo (criado pela Hel) e os riffs de synth e a base de guitarra (criada por mim). Me viro na bateria, ao menos para produção de arranjos, no entanto não enxergávamos sentido em seguir produzindo nosso material em formato de banda, mesmo porque há tempos já vínhamos conversando internamente (entre nós três) sobre a possibilidade de inserir mais eletrônico em nossas faixas, sem perder a essência rock que existia nele. Mais eletrônico também significava trabalhar muito mais na pesquisa de timbres, o que é normalmente muito mais rápido e fácil quando as músicas são repletas de guitarras. Sendo assim, partimos em busca de alternativas para fazer a pré-produção de nosso disco. Até então eu gravava minhas composições em um mini gravador digital, da seguinte forma: REC, gravando, gravado! Levava pras meninas e o trabalho era feito ao vivo, em pouco tempo.

    A partir dali, percebemos que precisávamos aprender a gravar instrumento por instrumento, buscar efeitos e idéias, encontrar timbres interessantes e preparar loops de bateria em um programa de gravação. A Hel foi fazer um curso de produção musical com duração de 6 meses e começamos a fazer nossas pré-produções com um programa que ainda não parecia ser bom o suficiente para fazer o que gostaríamos. Entre trancos e barrancos, em meio ao aprendizado, fizemos as pré produções de Rocker, Tarja Preta e Te Quero Só Pra Mim, que mais tarde seria transformada em ‘A Star or a Satellite’. Mais 6 meses se passaram, e durante esse tempo aprendemos muito sobre equipamentos, programas e produções. Foi uma fase de MUITA pesquisa, afinal além das produções, estávamos preocupadas em como executar nosso show ao vivo, como duo. Eu sempre fui muito matuta com tecnologia musical. Tenho preguiça dela! Então via todo aquele equipamento e dizia pra Hel: “ai, meu Deus! Isso mesmo, domina bem essas coisas porque eu não quero nem precisar parar pra pensar em programar todos esses botões!”. Mas a verdade é que até mesmo eu aos poucos sucumbi a ela, rs. Então, no início do ano, estávamos completamente absortas na produção do show que serviria como teste pro que gostaríamos de apresentar ao público a partir dali.

    Entre as pré-produções, a gravação do disco e ensaio pro nosso show, passaram-se 4 meses, ao fim dos quais, ensaiávamos de 2 a 4 horas por dia. Em junho fizemos então um show na Outs, em São Paulo, levando o novo formato compacto da Mixtape. Percebemos alguns problemas que precisariam ser superados para que levássemos o formato em frente: o principal deles era o de que as casas de rock no geral não possuem equipamento com qualidade para bases/loops eletrônicos. Sem ‘sub’, que dá os graves e o famoso ‘soco no peito’ do público, não existe impacto, apenas um sentimento de que ‘está faltando alguma coisa’. Passamos mais um mês inteiro quebrando a cabeça sobre o que e como fazer.

    Nessa mesma época, estávamos em busca de nós mesmas. Queríamos descobrir quem realmente éramos, o que realmente queríamos e o que queríamos e deveríamos fazer com a Mixtape, como principal projeto em nossas vidas.

    Lançamos Eu Uso, lançamos Rocker e Tarja Preta e o mercado musical nos dizia que estava muito bom, mas faltava alguma coisa! Por vezes, chorei desesperada por não saber mais o que fazer! A Mixtape era parte de mim, minhas músicas eram parte de mim e, felizmente ou não, era tudo o que eu podia oferecer ao público e ao mercado.  Letras mais simples? Eu não queria simplicidade! Eu queria a verdade. Queria ser entendida por aqueles que eram como eu. Não queria mudar para me adaptar ao mercado. Como as últimas faixas já traziam algumas partes em inglês que eram as ‘partes xodó’ da crítica, resolvemos que lançaríamos algumas faixas em inglês, afinal isso sim era algo que gostávamos em comum e que fazia parte de mim, como compositora. Voltei a compor muito, fazia de uma a duas novas músicas violão/voz por dia e as composições simplesmente fluíam. 90% do que escuto é internacional, então minhas influências internacionais para composição, arranjos e interpretação são, da mesma forma, muito fortes e evidentes. A Hel escolhia 2 de 5 músicas que mais gostava, e eu escolhia 1 de 2.

    Durante a gravação do primeiro disco, percebi a necessidade de trabalhar fonética e emissão, pra melhorar algumas questões técnicas vocais que já dificultaram a gravação do nosso primeiro trabalho. Estudei, algumas questões melhoraram, outras novas apareceram e frequentemente me via abalada pela dificuldade de fazer um trabalho perfeito de gravação vocal em estúdio, mesmo porque, algumas daquelas questões eram incompreendidas por mim, visto que havia crescido cantando daquela forma, sendo influenciada por cantoras internacionais que faziam exatamente o que me diziam para não fazer, por não soar bem no português. No dia em que entrei em estúdio pra gravar ‘Te Quero Só Pra Mim’, há mais ou menos 5 meses, eu estava decidida a dar meu melhor e não ligar pra questões técnicas em prol da interpretação. Quando esbarrei e fui cobrada pelas primeiras questões técnicas, saí da sala e não pude conter as lágrimas. Eu sabia que não poderia seguir gravando naquele dia. Disse que se aquilo não era bom o suficiente, então eu sentia muito, mas que era tudo o que eu tinha pra dar. Eu era aquilo! Imperfeito como era. Não dava mais.

    Resolvemos então fazer uma versão da faixa em inglês, só pra ver no que daria. Fiz e a levei pra estúdio. Finalmente um sorriso! Em inglês tudo se encaixava, em inglês minhas falhas técnicas se tornavam virtude e finalmente entendíamos que assim poderíamos ser quem éramos! Em inglês, não tínhamos medo de ousar, afinal, internacionalmente, a criatividade é estimulada e não tolhida. Em inglês, quanto mais original, melhor! Em inglês, o público do pop que é aquele que ainda não atingíamos mas que gostaríamos de abranger, também era nosso. Em inglês simplesmente existíamos e isso parecia ser o bastante! Éramos livres! Que alívio!!! Tantos meses pra entender quem éramos e o que queríamos! Do ápice do desespero ao completo entendimento, ali estávamos, prontas pra trabalhar no que agora parecia evidente e essencial pra gente.

    A partir dali, ainda esbarramos em algumas questões técnicas relacionadas a programas de gravação, mas encontramos a melhor opção e hoje tudo já é muito mais fácil, por mais que estejamos ainda em fase de aprendizado. Decidimos gravar um cover/mash up em inglês  (Just Can’t Get Enough, Depeche Mode x Music, Madonna) antes mesmo de lançar ‘A Star or a Satellite’ -  nossa primeira faixa do segundo disco em inglês - conversamos com algumas pessoas e entendemos o que precisávamos adaptar em nossos shows pra que pudéssemos voltar aos palcos como duo! Passamos a produzir novas faixas e agora já temos uma prévia do show que vem pro aí prontinha! Estamos em fase de ensaios.

    A produção de música com mais elementos eletrônicos dá muito mais trabalho no sentido de que às vezes passamos um dia inteiro só pra escolher timbres e programar arpejadores. Outro dia todo em busca de efeitos perfeitos e ideias criativas. Dividimos o tempo da produção das faixas pro show com a pré-produção e gravação de nosso disco e pronto, nos vemos quase loucas em meio a tanto áudio! Normalmente revezamos o trabalho de produção, mas estamos em cima de todo o processo das 9hrs da manhã até as 20hrs, no mínimo. Só Deus sabe o quanto estamos ansiosas por ver o trabalho que vem amadurecendo há quase 2 anos ser lançado. Para amenizar a espera, lançamos alguns singles e mesmo o webclipe de Just Can’t Get Enough x Music, mas sabemos que nada substitui o lançamento de todo o trabalho completo e de um show coeso e que seja entendido pelo público.

    Sim, desaparecemos um pouco da internet e nosso contato direto com o público realmente não é hoje tão intenso quanto foi durante o ano que se seguiu ao lançamento de “O Tormento do Tempo”, mas isso aconteceu simplesmente porque a fase da Mixtape, nesse momento, é realmente mais instrospectiva, no sentido de que a criação exige muito de nós. Grande parte dos fãs que temos hoje, conheceu a Mixtape quando já havíamos lançado  “O Tormento do Tempo”, então não teve contato com o período de reclusão que passamos antes do lançamento do disco e do show de lançamento. Gostaríamos de ter lançado nosso segundo disco no  início desse ano, mas por conta de tantas mudanças e readaptações, resolvemos atrasar a produção pra que pudéssemos fazê-lo com identidade, coesão e segurança. Agora temos um pouco mais da metade do disco pronto e a previsão de lançamento é para o primeiro semestre de 2012. A partir daí, saímos da “casca” e aí sim, compreenderão por completo porque deixamos que sentissem nossa falta nos meios virtuais durante esses dias que parecem eternos…

    Love you, babes!

     

    2 years ago  /  3 notes

    1. sonoeterno reblogged this from priselias
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